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Terbutil

Laboratório: União Química Farmacêutica Nacional

Princípio ativo: Sulfato de Terbutalina

Bula

União Química Terbutil
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TERBUTIL
sulfato de terbutalina
Solução injetável
IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO
Via de Administração: Infusão / Subcutânea
APRESENTAÇÕES:
Solução injetável: caixa com 6 ampolas de 1 ml.
USO ADULTO E PEDIÁTRICO
COMPOSIÇÃO:
Solução Injetável
Cada ampola contém:
sulfato de terbutalina..................................... 0,5 mg
Veículo: cloreto de sódio, ácido clorídrico, água para injeção.
INFORMAÇÕES
AO
PACIENTE
AÇÃO ESPERADA DO MEDICAMENTO:
Alívio rápido da falta de ar. Relaxamento do músculo do útero em mulheres com
trabalho de parto prematuro.
INDICAÇÕES DO MEDICAMENTO:
Asma brônquica, bronquite crônica, enfisema e outras doenças pulmonares que
apresentem broncoespasmo. Também é indicado como relaxante do músculo uterino
no manuseio do trabalho de parto prematuro não complicado.
RISCOS DO MEDICAMENTO:
Contra-indicações: o sulfato de terbutalina é contra-indicado em pacientes com
conhecida hipersensibilidade aos componentes da fórmula. Em obstetrícia:
infecção intra-uterina, pré-eclâmpsia grave, placenta prévia, hemorragia pré-
parto de qualquer etiologia, compressão do cordão umbilical ou qualquer outra
condição da mãe ou do feto que contra-indique o prolongamento da gravidez.
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Advertências e precauções: informe seu médico caso você tenha problemas de
coração, de tireóide ou diabetes. Pacientes diabéticos devem fazer controles mais
freqüentes da glicose no sangue. Devem ser tomados cuidados especiais em
pacientes com asma (doença pulmonar). Tratamentos com outros medicamentos
podem afetar os níveis de potássio no sangue (ver Interações Medicamentosas), que
devem ser monitorados.
Principais interações medicamentosas e/ou com alimentos: Beta-bloqueadores,
especialmente os não-seletivos, podem inibir parcial ou totalmente os efeitos dos
agonistas beta. A solução injetável de sulfato de terbutalina não deve ser misturada
com soluções alcalinas (pH> 7,0).
Hipocalemia (diminuição de potássio no sangue) pode resultar de terapia com
agonistas beta-2, e pode ser potencializada com tratamento concomitante com
derivados de xantina, esteróides e diuréticos.
Principais interações com testes laboratoriais: Podem ocorrer hiperglicemia
(aumento da quantidade de açúcar no sangue) e hipocalemia (diminuição de potássio
no sangue).
Restrições a grupos de risco:
Gravidez: recomenda-se cuidado durante o primeiro trimestre da gravidez. Como para
qualquer outro medicamento, este somente deve ser usado durante a gravidez se, a
critério médico, os benefícios superarem os possíveis riscos.
Amamentação: a terbutalina (princípio ativo deste medicamento) passa para o leite
materno, entretanto, nas doses terapêuticas, a influência na criança não é provável.
Como para qualquer outro medicamento, este somente deve ser usado durante a
amamentação se, a critério médico, os benefícios superarem os possíveis riscos.
Pediatria: apesar das doses terapêuticas para crianças com menos de 12 anos já
terem sido estabelecidas, ainda estão sendo realizados estudos para confirmação da
eficácia e da segurança do medicamento nesta faixa etária.
Idosos: Não há recomendações especiais relacionadas com a idade do paciente.
Este medicamento deve ser administrado somente pela via recomendada para
evitar riscos desnecessários.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação
médica ou do cirurgião-dentista.
Informe ao médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações
indesejáveis.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum
outro medicamento.
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Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso
para a sua saúde.
MODO DE USO:
Características do medicamento: Ampola contendo solução incolor a levemente
amarelada, límpida e isenta de partículas.
Modo de usar e Posologia:
Adultos: 0,5 ml a 1 ml por via subcutânea, até o máximo de quatro vezes ao dia.
Crianças: ¼ a ½ da dose do adulto, a critério médico.
No manuseio do trabalho de parto prematuro, as doses de TERBUTIL devem ser
individualizadas, tomando-se em referência a supressão das contrações uterinas,
aumento da freqüência cardíaca e alterações na pressão sangüínea, que são fatores
limitantes do uso de beta-2 estimulantes nesta indicação. Esses parâmetros deverão
ser cuidadosamente controlados durante a administração do medicamento. Sugerimos
diluir 5 mg (10 ampolas) em 1000 ml de soro glicosado 5% (a solução preparada
contém 5 mcg/ml e deve ser usada dentro de 12 horas) e administrar
endovenosamente a uma velocidade de 20 a 30 gotas/ minuto.
TERBUTIL não deve ser diluído em soluções alcalinas (pH < 7).
Solução salina deve ser evitada, pois pode aumentar o risco de edema pulmonar. Se a
solução salina tiver que ser usada, o paciente deve ser cuidadosamente monitorado.
TERBUTIL pode ser adicionado a soluções de infusão em garrafas de vidro ou bolsas
plásticas de PVC.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a
duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar
observe o aspecto do medicamento.
REAÇÕES ADVERSAS:
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, como: tremor,
palpitação e, em menor freqüência, cefaléia (dor de cabeça) e cãibras
musculares. Pode também ocorrer diminuição dos níveis de potássio no sangue.
Podem ocorrer urticária e exantema. Distúrbios do sono e de comportamento,
como: agitação, hiperatividade e inquietação têm sido observadas.
Quando são usadas altas doses do medicamento durante o tratamento de parto
prematuro, as mães diabéticas podem desenvolver hiperglicemia (alta taxa de
açúcar no sangue) e lactacidose. Nessas pacientes deve-se monitorar a glicose
e o balanço ácido-básico. Foram relatados casos de edema pulmonar com o
tratamento de parto prematuro. Também foi descrito um aumento da tendência
ao sangramento em cesarianas.
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CONDU TA EM CASO DE SUPERDOSE:
Os possíveis sinais e sintomas da superdosagem são: cefaléia, ansiedade, tremor,
cãibras musculares, palpitações e arritmia. Pode ocorrer queda da pressão sangüínea.
Se houver suspeita de que quantidades significantes de medicamento tenham sido
ingeridas, procurar atendimento médico imediatamente.
Em trabalho de parto prematuro: edema pulmonar – uma dose normal de um
diurético tipo salurético (como furosemida) deve ser aplicada endovenosamente.
Aumento na tendência ao sangramento em cesariana: administrar beta-bloqueador
endovenosamente.
CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO E USO:
Conserve o produto na embalagem original, em temperatura ambiente (15 a 30ºC) e
protegido da luz. Não armazenar ou reutilizar o produto após aberto.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
INFORMAÇÕES
TÉCNICAS
AOS
PROFISSIONAIS
DA
SAÚDE
CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS:
A terbutalina é um agonista adrenérgico que estimula predominantemente os
receptores beta-2, produzindo relaxamento do músculo liso bronquial, inibição da
liberação de espasmógenos endógenos, inibição do edema causado por mediadores
endógenos, aumento do movimento mucociliar e relaxamento do músculo uterino.
Após a injeção subcutânea, o efeito broncodilatador se inicia dentro de 5 minutos e o
efeito máximo é alcançado dentro de 30 minutos.
A terbutalina é metabolizada principalmente por conjugação com ácido sulfúrico e
excretada como sulfato conjugado, não sendo formados metabólitos ativos. A meia-
vida plasmática é de aproximadamente 16 horas. Após a administração endovenosa
ou subcutânea, 90% da terbutalina é excretada pelos rins em 48-96 horas, sendo 60%
de terbutalina não metabolizada. O maior efeito tóxico da terbutalina observado em
estudos toxicológicos é a necrose miocárdica focal. Este tipo de cardiotoxicidade é um
efeito clássico bem conhecido, e o efeito da terbutalina é igual ou menos acentuado do
que aqueles de outros agonistas beta-receptores. A terbutalina tem sido largamente
usada por muitos anos para promover alívio do broncoespasmo, sem identificação de
qualquer área de preocupação.
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RESULTADOS DE EFICÁCIA:
Estudos demonstram a eficácia e segurança da terbutalina administrada por via
subcutânea na dose de 0,5 mg quando comparada à epinefrina subcutânea em
pacientes com asma (Schwartz H.J et AL 1976 ;Davis W.Jet AL 1977).
A terbutalina mostra-se segura quando administrada por via intravenosa na dose de 1
a 5 mcg/kg/min em crianças com asma aguda severa, nos parâmetros de freqüência
cardíaca, pressão arterial e eletrólitos sanguíneos (Kambalapalli. M ET AL 2005).
Estudo detectou 98% de sucesso no uso da terbutalina como relaxante uterino em
trabalho de parto prematuro (Adkins R.T. et AL ,1993) foi seguro e eficaz na dose de
0,25 mcg (Shekarloo A. et al ,1989 ).
INDICAÇÕES:
Asma brônquica, bronquite crônica, enfisema e outras pneumopatias que apresentem
broncoespasmo. Também é indicado como miorrelaxante uterino no manuseio do
trabalho de parto prematuro não complicado.
CONTRA-INDICAÇÕES:
O sulfato de terbutalina é contra-indicado em pacientes com conhecida
hipersensibilidade aos componentes da fórmula. Em obstetrícia: infecção intra-
uterina, pré-eclâmpsia grave, placenta prévia, hemorragia pré-parto de qualquer
etiologia, compressão do cordão umbilical ou qualquer outra condição da mãe
ou do feto que contra-indique o prolongamento da gravidez.
MODO DE USAR E CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO DEPOIS DE ABER TO:
O produto pode ser utilizado por via subcutânea ou por infusão, conforme indicação
terapêutica. Para infusão, sugerimos diluir 5 mg (10 ampolas) em 1000 ml de soro
glicosado 5% (a solução preparada contém 5 mcg/ml e deve ser usada dentro de 12
horas) e administrar endovenosamente a uma velocidade de 20 a 30 gotas/ minuto.
TERBUTIL não deve ser diluído em soluções alcalinas.
Solução salina deve ser evitada, pois pode aumentar o risco de edema pulmonar. Se a
solução salina tiver que ser usada, o paciente deve ser cuidadosamente monitorado.
TERBUTIL pode ser adicionado a soluções de infusão em garrafas de vidro ou bolsas
plásticas de PVC.
Não armazenar ou reutilizar o produto após aberto.
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POSOLOGIA:
Adultos: 0,5 a 1 ml por via subcutânea, até o máximo de quatro vezes ao dia.
Crianças: ¼ a ½ da dose do adulto, a critério médico.
No manuseio do trabalho de parto prematuro, as doses de TERBUTIL devem ser
individualizadas, tomando-se em referência a supressão das contrações uterinas,
aumento da freqüência cardíaca e alterações na pressão sangüínea, que são fatores
limitantes do uso de beta-2 estimulantes nesta indicação. Esses parâmetros deverão
ser cuidadosamente controlados durante a administração do medicamento. Sugerimos
diluir 5 mg (10 ampolas) em 1000 ml de soro glicosado 5% (a solução preparada
contém 5 mcg/ml e deve ser usada dentro de 12 horas) e administrar
endovenosamente a uma velocidade de 20 a 30 gotas/ minuto.
TERBUTIL não deve ser diluído em soluções alcalinas.
Solução salina deve ser evitada, pois pode aumentar o risco de edema pulmonar. Se a
solução salina tiver que ser usada, o paciente deve ser cuidadosamente monitorado.
TERBUTIL pode ser adicionado a soluções de infusão em garrafas de vidro ou bolsas
plásticas de PVC.
ADVERTÊNCIAS:
Gerais: como para todos os agonistas beta-2, deve-se observar pacientes com
tireotoxicose e pacientes com distúrbios cardiovasculares graves, como cardiomiopatia
hipertrófica, isquemia cardíaca, taquidisritmia ou insuficiência cardíaca grave.
Devido ao risco de hiperglicemia recomenda-se realizar testes de glicose sangüínea
em pacientes diabéticos.
Hipocalemia potencialmente séria pode resultar da terapia com agonistas beta-2.
Cuidados especiais devem ser tomados em asma aguda grave, pois o risco associado
pode ser aumentado por hipóxia. O efeito hipocalêmico pode ser potencializado por
tratamentos concomitantes (ver Interações Medicamentosas). É recomendável que os
níveis séricos de potássio sejam monitorados nestes casos.
Este medicamento deve ser administrado somente pela via recomendada para evitar
riscos desnecessários.
Gravidez: Categoria de risco, segundo FDA: B Não foram relatados efeitos
teratogênicos em humanos e em animais, entretanto recomenda-se cautela durante o
primeiro trimestre da gravidez. C omo para qualquer outra droga, a terbutalina somente
deve ser usada durante a gravidez se, a critério médico, os benefícios potenciais
superarem os possíveis riscos.
Hipoglicemia transitória tem sido relatada em bebês prematuros após tratamento da
mãe com agonistas beta-2.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação
médica ou do cirurgião-dentista.
Amamentação: a terbutalina passa para o leite materno, entretanto, nas doses
terapêuticas, a influência na criança é improvável. Como para qualquer outra droga, a
terbutalina somente deve ser usada durante a amamentação se, a critério médico, os
benefícios potenciais superarem os possíveis riscos.
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Pediatria: apesar das doses terapêuticas para crianças com menos de 12 anos já
terem sido estabelecidas, ainda estão sendo realizados estudos para confirmação da
eficácia e da segurança do medicamento nesta faixa etária.
Idosos: Não há recomendações especiais relacionadas com a idade do paciente.
GRUPOS DE RISCO:
Pacientes idosos, com diabetes, problemas cardíacos e/ou da tireóide, pacientes em
tratamento concomitante com outro medicamento, mulheres grávidas ou em período
de amamentação – vide item “Advertências”.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS:
Beta-bloqueadores, incluindo os colírios, especialmente os não-seletivos, podem inibir
parcial ou totalmente os efeitos dos agonistas beta.
A solução injetável de sulfato de terbutalina não deve ser misturada com soluções
alcalinas (pH > 7,0).
Hipocalemia pode resultar de terapia com agonistas beta-2, e pode ser potencializada
com tratamento concomitante com derivados de xantina, esteróides e diuréticos.
REAÇÕES ADVERSAS:
A intensidade das reações adversas depende da dosagem e da via de
administração. A titulação da dose inicial freqüentemente reduz as reações
adversas. As reações adversas relatadas são todas características das aminas
simpatomiméticas, como: tremor, cefaléia, cãibras musculares e palpitações. A
maioria desses efeitos, quando ocorrem, reverte espontaneamente dentro das
duas primeiras (1-2) semanas de tratamento. Podem ocorrer urticária e
exantema. Distúrbios do sono e de comportamento, como: agitação,
hiperatividade e inquietação, têm sido observadas.
Quando são usadas altas doses de sulfato de terbutalina durante o tratamento
de parto prematuro, as mães diabéticas podem desenvolver hiperglicemia e
lactacidose. Nessas pacientes deve-se monitorar a glicose e o balanço ácido-
básico.
Altas doses de estimulante beta-2 podem causar hipocalemia como resultado da
redistribuição de potássio, mas geralmente não necessita de tratamento.
Foram relatados casos de edema pulmonar com o tratamento de parto
prematuro. Também foi descrito um aumento da tendência ao sangramento em
cesarianas (administrar beta-bloquedor).
SUPERDOSE:
Os possíveis sinais e sintomas da superdosagem são: cefaléia, ansiedade, tremor,
cãibras musculares, palpitações e arritmia. Pode ocorrer queda da pressão sangüínea.
Hiperglicemia e lactacidose podem ocorrer. Agonistas beta-2 podem causar
hipocalemia como resultado de redistribuição de potássio e geralmente não requer
tratamento.
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Normalmente, nenhum tratamento é requerido. Se houver suspeita de que
quantidades significantes de terbutalina tenham sido ingeridas, as seguintes medidas
devem ser levadas em consideração: lavagem gástrica, carvão ativado. Determinar o
balanço ácido-básico, glicemia e eletrólitos. Monitorar o ritmo cardíaco e a pressão
sangüínea. O melhor antídoto para a superdosagem com sulfato de terbutalina é um
agente beta-bloqueador cardiosseletivo (como metoprolol), mas drogas bloqueadoras
de beta-receptores devem ser usadas com precaução em pacientes com história de
broncoespasmo. Deve-se administrar um expansor de volume se a redução da
resistência vascular periférica mediada pelo beta-2 contribuir significativamente para a
queda da pressão sangüínea.
Em trabalho de parto prematuro: edema pulmonar – uma dose normal de um
diurético tipo salurético (como furosemida) deve ser aplicada endovenosamente.
Aumento na tendência ao sangramento em cesariana: administrar beta-bloqueador
endovenosamente.
ARMAZENAGEM:
Mantenha em temperatura ambiente (15 a 30ºC), protegido da luz.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
UNIÃO QUÍMICA FARMACÊUTICA NACIONAL S/A
Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90 – Embu-Guaçu - SP
CEP 06900-000 SAC 0800 11 1559
CNPJ 60.665.981/0001-18 – Indústria Brasileira
Farm. Resp.: Ishii Massayuki
CRF-SP nº 4863
Produzido na unidade fabril:
Rua José Pedro de Souza, 105 – Pouso Alegre – MG
CEP 37550-000
CNPJ 60.665.981/0005-41 – Indústria Brasileira
Farm. Resp.: Tiago César da Silva Andrade
CRF-MG n.º 17931