medicine

Micardis HCT

Laboratório: Boehringer Ingelheim

Princípio ativo: Telmisartana + Hidroclorotiazida

Bula

ABCD
Micardis HCT
1
Micardis
®
HCT
telmisartana
hidroclorotiazida
Forma farmacêutica e apresentações
Comprimidos de
MICARDIS HCT
de 40 mg/12,5 mg: embalagens com 14 e
28 comprimidos.
Comprimidos de
MICARDIS HCT
de 80 mg/12,5 mg: embalagens com 14 e
28 comprimidos.
Uso adulto
Composição
Cada comprimido de MICARDIS HCT 40 mg/12,5 mg contém:
telmisartana .......................................................................... 40 mg
hidroclorotiazida ................................................................ 12,5 mg
Cada comprimido de MICARDIS HCT 80 mg/12,5 mg contém:
telmisartana ....................................................................... 80 mg
hidroclorotiazida ................................................................ 12,5 mg
Excipientes: hidróxido de sódio, povidona, meglumina, sorbitol, estearato de
magnésio, lactose, celulose microcristalina, óxido de ferro vermelho,
amidoglicolato de sódio, amido.
Informação ao paciente
MICARDIS HCT é um medicamento destinado ao tratamento da hipertensão
arterial.
Manter o medicamento em temperatura ambiente (15º C a 30º C). Proteger da
luz. PRODUTO SENSÍVEL À UMIDADE, SÓ RETIRAR O COMPRIMIDO DO
BLISTER QUANDO FOR TOMÁ-LO. Manter o produto em sua embalagem
original para proteger da umidade.
O prazo de validade do produto é de 24
meses. Não tome remédio com prazo de validade vencido.
Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou
Micardis HCT
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após o seu término. Informe ao seu médico se está amamentando.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a
duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do
seu médico. Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS
CRIANÇAS.
MICARDIS HCT pode ser administrado com ou sem alimento.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do
início ou durante o tratamento.
MICARDIS HCT não deve ser utilizado durante a gravidez e a lactação.
Tendo em vista que os comprimidos de MICARDIS HCT contêm em sua
formulação a substância sorbitol, pacientes portadores de intolerância
hereditária à frutose não devem tomar este medicamento.
MICARDIS HCT não deve ser usado em crianças e adolescentes, pois não
existem dados sobre segurança e eficácia nessa população.
Deve-se considerar que o tratamento anti-hipertensivo pode ocasionalmente
causar tontura ou sonolência, portanto recomenda-se precaução ao dirigir ou
operar máquinas.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE
SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.
Informação técnica
Propriedades farmacológicas
MICARDIS HCT é uma combinação de um antagonista do receptor de
angiotensina II (telmisartana) e um diurético tiazídic o (hidroclorotiazida). A
combinação desses princípios ativos exerce um efeito anti-hipertensivo
adicional reduzindo a pressão sangüínea para um melhor nível do que o obtido
com cada componente isolado.
MICARDIS HCT, administrado uma vez ao dia, na faixa de doses terapêuticas,
promove redução efetiva e gradativa na pressão arterial.
A telmisartana é um antagonista específico dos receptores da angiotensina II
(tipo AT
1
), eficaz por via oral. A telmisartana desloca, com afinidade muito
elevada, a angiotensina II de seus sítios de ligação no receptor AT
1
, o qual é
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3
responsável pelas ações conhecidas da angiotensina II. A telmisartana não
apresenta qualquer atividade agonista parcial no receptor AT
1
e liga-se
seletivamente a esses receptores. Esta ligação é de longa duração. A
telmisartana não apresenta afinidade por outros receptores, incluindo AT
2
e
outros receptores AT menos característicos. A função destes receptores não é
conhecida, nem os efeitos da possível superestimulação pela angiotensina II,
cujos níveis são aumentados pela telmisartana. Os níveis de aldosterona
plasmática são diminuídos pela telmisartana. A telmisartana não inibe a renina
plasmática humana nem bloqueia canais iônicos. A telmisartana não possui
efeito inibitório sobre a enzima conversora de angiotensina (quininase II), que
também degrada a bradicinina. Portanto não se espera uma potencialização de
efeitos adversos mediados pela bradicinina.
No homem, uma dose de 80 mg de telmisartana inibiu quase completamente
os aumentos de pressão arterial induzidos pela angiotensina II. Este efeito
inibidor mantém-se durante 24 horas e pode ser detectado até 48 horas.
Após a administração da primeira dose de telmisartana, o início da atividade
anti-hipertensiva ocorre gradualmente nas três primeiras horas. A redução
máxima da pressão arterial é normalmente obtida 4 semanas após o início da
terapêutica, mantendo-se durante o tratamento a longo prazo.
O efeito anti-hipertensivo permanece constante durante 24 horas após a
administração, inc luindo as últimas 4 hor as antes da próxima dose, como foi
demonstrado por medições ambulatoriais de pressão arterial. Este fato é
confirmado por um pico consistente acima de 80% verificado após doses de 40
e 80 mg de telmisartana, em estudos clínicos controlados com placebo.
Em pacientes hipertensos, a telmisartana reduz a pressão arterial diastólica e
sistólica, sem afetar a freqüência cardíaca. A sua eficácia anti-hipertensiva foi
comparada a fármacos anti-hipertensivos, tais como anlodipino, atenolol,
enalapril, hidroclorotiazida, losartana, lisinopril, ramipril e valsartana.
Após a interrupção abrupta da administração de telmisartana, a pressão arterial
retorna gradualmente aos valores anteriores ao tratamento, ao fim de vários
dias, sem evidências de efeito-rebote.
A incidência de tosse seca foi significantemente menor em pacientes tratados
com telmisartana do que naqueles tratados com inibidores da enzima
conversora de angiotensina em estudos clínicos comparando diretamente os
dois tratamentos anti-hipertensiv os.
A hidroclorotiazida é um diurético tiazídico. O mecanismo do efeito anti-
hipertensivo dos diuréticos tiazídicos não está totalmente elucidado. A tiazida
influencia nos mecanismos tubulares renais de reabsorção de eletrólitos,
aumentando diretamente a excreção de sódio e cloreto em quantidades
aproximadamente equivalentes. A ação diurética da hidroclorotiazida reduz o
volume plasmático, aumenta a atividade da renina plasmática, aumenta a
secreção de aldosterona, com conseqüentes aumentos na perda de potássio e
bicarbonato através da urina e diminuição de potássio sérico. Supõe-se que
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através do bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldosterona, a co-
administração da telmisartana tende a reverter a perda de potássio associada a
esses diuréticos. Com hidroclorotiazida, o início da diurese ocorre em 2 horas e
o efeito máximo ocorre em cerca de 4 horas, enquanto a ação persiste por
aproximadamente 6 a 12 horas.
Estudos epidemiológicos demonstraram que o tratamento em longo prazo com
hidroclorotiazida reduz o risco de mortalidade e morbidade cardiovascular.
Propriedades Farmacocinéticas
A administração concomitante de hidroclorotiazida e telmisartana não interfere
na farmacocinética de cada droga.
Absorção:
O pico de concentração de telmisartana é atingido em 0,5 a 1,5
horas após administração oral. A biodisponibilidade absoluta de 40 mg e 160
mg de telmisartana foi de 42% e 58%, respectivamente. A administração
concomitante com alimentos reduz levemente a biodisponibilidade de
telmisartana com a redução da área sob a curva de concentração plasmática x
tempo (AUC) de cerca de 6% com o comprimido de 40 mg e cerca de 19%
após a dose de 160 mg. Três horas após a administração, as concentrações
plasmáticas são sem elhantes, quer a telmisartana seja tomada em jejum, quer
com alimentos.
Não é de se esperar que a pequena reduço na AUC cause uma reduço na
eficácia terapêutica.
A farmacocinética da telmisartana administrada por via
oral não é linear na faixa de doses situada entre 20 e 160 mg, apresentando
aumentos das concentrações plasmáticas (Cmax e AUC) maiores que os
proporcionais com o aumento das doses. A telmisartana não se acumula
significativ amente no plasma após doses repetidas.
Após administração oral de MICARDIS HCT, os picos de concentração de
hidroclorotiazida são alcançados em aproximadamente 1,0 a 3,0 horas após a
administração. Baseada na excreção renal acumulativa de hidroclorotiazida, a
biodisponibilidade absoluta foi cerca de 60%.
Distribuição
: A telmisartana liga-se predom inantemente às proteínas
plasmáticas (> 99,5%), principalmente à albumina e à glicoproteína ácida alfa-
1. O volume aparente de distribuição de telmisartana é de cerca de 500 l
indicando ligação tecidual adicional.
A porcentagem de ligação proteica da hidroclorotiazida no plasma é de 64% e
seu volume aparente de distribuiç ão é de 0,8 ± 0,3 l/kg.
Biotransformação e eliminação
: Após administração intravenosa ou oral de
telmisartana marcada com C
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, a maior parte da dose de telmisartana
administrada (>97%) foi eliminada nas fezes via excreção biliar. Encontraram-
se somente ínfimas quantidades na urina. A telmisartana é metabolizada por
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conjugação para a forma farmacologicamente inativa acilglucuronídio. O
glucuronídeo do composto de origem foi o único metabólito identificado em
humanos.
Após dose única de telmisartana marcada com C
14
, o glucuronídeo representa
aproximadamente 11% da radioatividade medida no plasma. As isoenzimas do
citocromo P450 não estão envolvidas no metabolismo de telmisartana. A
depuração plasmática total de telmisartana após administração oral é >1500
ml/min. A meia-vida de eliminação terminal foi >20 horas.
A hidroclorotiazida não é metabolizada em humanos e é excretada quase
totalmente na forma inalterada pela urina. Cerca de 60% da dose oral é
eliminada como droga inalterada dentro de 48 horas. A depuração renal é
cerca de 250 a 300 ml/min. A meia-vida de eliminação terminal de
hidroclorotiazida situa-se entre 10 e 15 horas.
Pacientes idosos
: A farmacocinética da telmisartana não difere entre pacientes
idosos e aqueles com menos de 65 anos de idade.
Sexo
: As concentrações plasmáticas da telmisartana são geralmente 2 a 3
vezes maiores em mulheres do que em homens. Contudo, nos estudos
clínicos, não ocorreram aumentos significativos na resposta de pressão
sangüínea ou na incidência de hipotensão ortostática em mulheres. Não são
necessários ajustes de doses. Houve uma tendência, sem relevância clínica,
das concentrações plasmátic as de hidroclorotiazida serem maiores em
mulheres do que em homens.
Disfunção renal
: A excreção renal não contribui na depuração da telmisartana.
Baseada na limitada experiência com pacientes portadores de deficiência renal
leve a moderada (depuração de creatinina de 30 a 60 ml/min, média de
aproximadamente 50 ml/min), não são necessários ajustes de doses em
pacientes com diminuição da função renal.
A telmisartana não é removida do sangue por hemodiálise. Em pacientes com
função renal prejudicada, a taxa de eliminação de hidroclorotiazida é reduzida.
Num estudo típico realizado em pacientes com depuração média de creatinina
de 90 ml/min, a meia-vida de eliminação da hidroclorotiazida aumentou.
Em pacientes funcionalmente anéfricos, a meia-vida de eliminação é de cerca
de 34 horas.
Disfunção hepática
: Em estudos farmacocinéticos em pacientes com
insuficiência hepática, verificou-se um aumento na biodisponibilidade absoluta
de até quase 100%. A meia-vida de eliminação não se alterou em pacientes
com insuficiência hepática.
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Indicações
Tratamento da hipertensão arterial.
MICARDIS HCT, como associação de dose fixa, é indicado em pacientes cuja
pressão arterial não é adequadamente controlada com telmisartana ou
hidroclorotiazida isoladamente.
Contra-indicações
Hipersensibilidade aos ingredientes ativos ou a qualquer excipiente da
fórmula ou a qualquer outra substância derivada de sulfonamida
(hidroclorotiazida é uma substância derivada de sulfonamida).
Gravidez e período de lactação.
Colestase e distúrbios obstrutivos biliares.
Insuficiência hepática grave.
Insuficiência renal grave (depuração de creatinina <30 ml/min).
Hipopotassemia refratária.
Hipercalcemia.
O produto é contra-indicado em pacientes com condições hereditárias
raras que possam ser incompatíveis com algum excipiente da fórmula.
(Vide item Precauções)
Precauções
Insuficiência hepática
MICARDIS HCT não deve ser administrado a pacientes com colestase,
distúrbios biliares obstrutivos ou insuficiência hepática grave, uma vez
que a telmisartana é principalmente eliminada pela bile. Pode-se esperar
uma menor depuração hepática da telmisartana nesses pacientes.
MICARDIS HCT deve ser administrado com precaução em pacientes com
função hepática alterada ou doença hepática progressiva, uma vez que
pequenas alterações nos fluidos e no balanço eletrolítico podem
precipitar coma hepático. Não há experiência clínica com MICARDIS HCT
em pacientes com insuficiência hepática.
Hipertensão renovascular
Há um risco aumentado de hipotensão severa e insuficiência renal
quando pacientes com estenose arterial renal bilateral ou estenose da
artéria com um único rim funcionando são tratados com medicamentos
que atuam no sistema renina-angiotensina-aldosterona.
Insuficiência renal e transplante renal
MICARDIS HCT não deve ser administrado em pacientes portadores de
disfunção renal grave (depuração de creatinina <30 ml/min) (veja item
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Contra-indicações).
Não há experiência quanto à administração de MICARDIS HCT em
pacientes com insuficiência renal grave ou com um rim transplantado
recentemente.
A experiência do uso de MICARDIS HCT em pacientes com insuficiência
renal leve a moderada é limitada, portanto recomenda-se a monitoração
periódica dos níveis séricos de potássio, creatinina e ácido úrico.
A azotemia associada a diuréticos tiazídicos pode ocorrer em pacientes
com função renal alterada.
Desidratação
Hipotensão sintomática, especialmente após a primeira dose, pode
ocorrer em pacientes que têm volemia e/ou sódio depletado por vigorosa
terapia diurética, dieta restrita de sal, diarréia ou vômito. Tais condições
devem ser corrigidas antes do início da terapêutica com MICARDIS HCT.
Outras condições de estimulação do sistema renina-angiotensina-
aldosterona
Em pacientes cujo tônus vascular e função renal dependem
predominantemente da atividade do sistema renina-angiotensina-
aldosterona (p. ex. pacientes com severa insuficiência cardíaca
congestiva ou doença renal subjacente, inclusive estenose da artéria
renal), o tratamento com outros medicamentos que afetam este sistema
tem sido associado com hipotensão aguda, hiperazotemia, oligúria ou,
raramente, insuficiência renal aguda.
Aldosteronismo primário
Pacientes com aldosteronismo primário geralmente não respondem a
medicações anti-hipertensivas que agem inibindo o sistema renina-
angiotensina. Portanto, não se recomenda o uso de MICARDIS HCT.
Estenose valvar aórtica e mitral e cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva
A exemplo do que ocorre com o uso de outros fármacos vasodilatadores,
recomenda-se precaução especial aos pacientes que sofrem de estenose
aórtica ou mitral ou cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva.
Efeitos metabólicos e endócrinos
O uso de tiazida pode prejudicar a tolerância à glicose. Podem ser
necessários ajustes de doses de insulina ou agentes hipoglicêmicos orais
em pacientes diabéticos. Pode ocorrer manifestação de diabetes mellitus
latente durante o tratamento com tiazídicos.
O tratamento diurético com tiazídicos foi associado com um aumento nos
níveis de colesterol e triglicérides. Contudo, nenhum ou poucos efeitos
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adversos foram relatados na dose de 12,5 mg contida em MICARDIS HCT.
Pode ocorrer hiperuricemia ou precipitação de gota em alguns pacientes
em tratamento com tiazida.
Desequilíbrio eletrolítico
Assim como para qualquer paciente recebendo tratamento diurético,
deve-se realizar a monitoração periódica dos níveis séricos de eletrólitos
em intervalos adequados.
Os tiazídicos, incluindo hidroclorotiazida, podem causar desequilíbrio de
líquidos ou de eletrólitos (hipopotassemia, hiponatremia e alcalose
hipoclorêmica). Os sintomas característicos de desequilíbrio de líquidos
ou de eletrólitos são boca seca, sede, fraqueza, letargia, sonolência,
inquietação, dores ou cãibras musculares, fadiga muscular, hipotensão,
oligúria, taquicardia e distúrbios gastrintestinais como náusea ou vômito.
Embora se possa desenvolver hipopotassemia com o uso de diuréticos
tiazídicos, o tratamento concomitante com telmisartana pode reduzir a
hipopotassemia induzida por diuréticos. O risco de hipopotassemia é
maior em pacientes portadores de cirrose hepática, em pacientes que
apresentarem diurese de ação rápida, em pacientes que não ingerirem a
quantidade adequada de eletrólitos e em pacientes que estiverem
recebendo tratamento concomitante com corticosteróides ou ACTH. Por
outro lado, pode ocorrer hiperpotassemia devida ao antagonismo dos
receptores da angiotensina II (AT1) do componente telmisartana de
MICARDIS HCT.
Embora hiperpotassemia clinicamente significativa não tenha sido
relatada com MICARDIS HCT, os fatores de risco para o desenvolvimento
de hiperpotassemia incluem insuficiência renal e/ou cardíaca e diabetes
mellitus. Devem-se administrar com cautela os diuréticos poupadores de
potássio, suplementos de potássio ou substitutos do sal contendo
potássio juntamente com MICARDIS HCT.
Não há evidências de que MICARDIS HCT reduza ou previna hiponatremia
induzida por diurético. A deficiência de cloreto é geralmente leve e
usualmente não requer tratamento.
Tiazidas podem diminuir a excreção urinária de cálcio e causar uma
elevação leve e intermitente do cálcio sérico na ausência de alterações
conhecidas do metabolismo de cálcio. Hipercalcemia elevada pode
evidenciar hiperparatiroidismo oculto. Deve-se interromper o uso de
tiazidas antes de realizar testes de função da paratireóide.
Demonstrou-se que as tiazidas aumentam a excreção urinária de
magnésio, o que pode resultar em hipomagnesemia.
Sorbitol
A dose diária máxima de MICARDIS HCT contém 169 mg de sorbitol na
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concentração 40/12,5 mg e 338 mg de sorbitol na concentração de 80/12,5
mg. Pacientes com condições ou doenças hereditárias raras com
intolerância à frutose não devem tomar esse medicamento.
Lactose
A dose diária máxima de MICARDIS HCT contém 112 mg de lactose nas
concentrações 40/12,5 mg e 80/12,5 mg. Pacientes com condições ou
doenças hereditárias raras com intolerância à galactose (por exemplo:
galactosemia) não devem tomar esse medicamento.
Outras
Como para outros agentes anti-hipertensivos, a redução excessiva da
pressão arterial em pacientes portadores de cardiopatia isquêmica ou
doença cardiovascular isquêmica pode resultar em infarto do miocárdio
ou AVC.
Gerais
Reações de hipersensibilidade à hidroclorotiazida podem ocorrer em
pacientes com ou sem histórico de alergia ou asma brônquica, mas são
mais prováveis em pacientes com tal histórico.
Relatou-se exacerbação ou ativação do Lupus Eritematoso Sistêmico com
o uso de diuréticos tiazídicos.
Gravidez e lactação
Estudos pré-clínicos com telmisartana não indicaram efeito teratogênico,
porém demonstraram fetotoxicidade. Portanto, como medida de
precaução, é preferível não se utilizar MICARDIS HCT durante o primeiro
trimestre de gravidez. Uma terapia alternativa deve ser conduzida se
houver planos de gravidez.
Sabe-se que fármacos atuantes no sistema renina-angiotensina podem
provocar lesões e até mesmo a morte do feto em desenvolvimento se
usados durante o segundo e o terceiro trimestre de gestação; portanto, o
uso de MICARDIS HCT é contra-indicado nesses períodos. Assim que se
diagnosticar gravidez, MICARDIS HCT deve ser descontinuado o mais
rápido possível.
Tiazidas atravessam a barreira placentária e aparecem no cordão
umbilical. Elas podem causar distúrbios eletrolíticos no feto e é possível
que ocorram outras reações em adultos. Relataram-se casos de
trombocitopenia neonatal, icterícia fetal ou neonatal com o tratamento
tiazídico materno.
MICARDIS HCT está contra-indicado durante a lactação. Não se sabe se a
telmisartana é excretada no leite materno em humanos. Estudos em
animais mostraram a excreção de telmisartana no leite. Tiazidas são
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excretadas no leite humano e podem inibir a lactação.
Efeitos na habilidade de dirigir e utilizar máquinas
Ainda não se realizaram estudos sobre o efeito na habilidade de dirigir e
utilizar máquinas. Contudo, ao dirigir ou operar máquinas, deve-se levar
em conta que na vigência do tratamento anti-hipertensivo pode
ocasionalmente ocorrer tontura ou sonolência.
Interações medicamentosas
Relataram-se aumentos reversíveis das concentrações séricas de lítio e
toxicidade durante administração concomitante de lítio com inibidores da
enzima conversora de angiotensina. Relataram-se também casos de
interação com antagonistas dos receptores da angiotensina II, incluindo a
telmisartana. Além disso, as tiazidas reduzem a depuração renal de lítio e
portanto, o risco de toxicidade por lítio pode ser aumentado com o uso de
MICARDIS HCT. Lítio e MICARDIS HCT devem ser administrados
concomitantemente somente sob supervisão médica. Recomenda-se a
monitoração dos níveis séricos de lítio durante o uso concomitante.
O efeito de depleção de potássio da hidroclorotiazida é atenuado pelo
efeito poupador de potássio da telmisartana. Contudo, supõe-se que esse
efeito da hidroclorotiazida sobre o potássio sérico seja ampliado por
outras drogas associadas à perda de potássio e hipopotassemia (por
exemplo, outros diuréticos caliuréticos, laxantes, corticosteróides, ACTH,
anfotericina, carbenoxolona, penicilina G sódica, ácido salicílico e
derivados). Se for necessário prescrever essas drogas com MICARDIS
HCT, recomenda-se a monitoração dos níveis plasmáticos de potássio.
Por outro lado, baseado na experiência com o uso de outras drogas que
atuam no sistema renina-angiotensina, o uso concomitante de diuréticos
poupadores de potássio, suplementos de potássio, substitutos de sal
contendo potássio ou outras drogas que podem aumentar os níveis
séricos de potássio (por exemplo, heparina sódica) pode levar a um
aumento do potássio sérico. Se for necessário prescrever essas drogas
com MICARDIS HCT, recomenda-se a monitoração dos níveis plasmáticos
de potássio.
Recomenda-se monitoração periódica de potássio sérico quando
MICARDIS HCT é administrado com drogas afetadas pelos distúrbios dos
níveis séricos de potássio, por exemplo, glicosídeos digitálicos, agentes
antiarrítmicos e drogas que são sabidamente indutoras de torsades de
pointes.
Micardis HCT
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O tratamento com antiinflamatórios não-esteroidais (AINEs) incluindo o
AAS como antiinflamatório, os inibidores da COX-2 e os AINEs não
seletivos em pacientes desidratados, está associado com um aumento do
potencial para o desenvolvimento de insuficiência renal aguda. Fármacos
que agem no sistema renina-angiotensina como a telmisartana podem ter
efeitos sinérgicos. Pacientes em tratamento com AINEs e MICARDIS HCT
devem ser adequadamente hidratados e ter sua função renal monitorada
no início do tratamento combinado. A co-administração de
antiinflamatórios não-esteroidais pode reduzir o efeito diurético,
natriurético e anti-hipertensivo dos diuréticos tiazídicos em alguns
pacientes.
A telmisartana pode aumentar o efeito hipotensor de outros agentes anti-
hipertensivos. Outras interações de relevância clínica não foram
identificadas. A co-administração de telmisartana não resultou em
interações clínicamente significativas com a digoxina, a varfarina, a
hidroclorotiazida, a glibenclamida, o ibuprofeno, o paracetamol,
sinvastatina e o anlodipino. No caso da digoxina, observou-se um
aumento de 20% (num único caso, de 39%) das concentrações
plasmáticas de digoxina; portanto, deve-se considerar a monitoração dos
seus níveis plasmáticos.
Quando administradas concomitantemente, as seguintes drogas podem
interagir com diuréticos tiazídicos:
Álcool, barbitúricos ou narcóticos: pode ocorrer potencialização de
hipotensão ortostática.
Drogas antidiabéticas (agentes orais e insulina): pode ser necessário
ajuste de dose da droga antidiabética.
Metformina: há risco de ocorrência de acidose láctica quando co-
administrada com hidroclorotiazida.
Colestiramina e resina colestipol: a absorção de hidroclorotiazida é
prejudicada na presença de resinas de troca aniônica.
Glicosídeos digitálicos: hipopotassemia ou hipomagnesemia induzida
por tiazídicos favorece o início de arritmias cardíacas induzidas por
digitálicos.
Aminas simpaticomiméticas (por exemplo, noradrenalina): os efeitos
das aminas hipertensoras podem ser diminuídos.
Relaxantes musculares esqueléticos não-despolarizantes (por
exemplo, tubocurarina): os efeitos dos relaxantes musculares
esqueléticos não-despolarizantes podem ser potencializados pela
hidroclorotiazida.
Tratamento para gota: podem ser necessários ajustes de dose dos
medicamentos uricosúricos porque a hidroclorotiazida pode aumentar
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o nível de ácido úrico sérico. A co-administração de tiazida pode
aumentar a incidência de reações de hipersensibilidade ao alopurinol.
Sais de cálcio: diuréticos tiazídicos podem aumentar os níveis séricos
de cálcio devido à diminuição da excreção. Se for necessária a
prescrição de suplementos de cálcio, os níveis séricos de cálcio
devem ser monitorados e a dose de cálcio deve ser ajustada
correspondentemente.
Outras interações: os efeitos hiperglicêmicos dos beta-bloqueadores e
diazóxido podem ser aumentados pelas tiazidas. Agentes anticolinérgicos
(por exemplo, atropina, biperideno) podem aumentar a biodisponibilidade
de diuréticos tiazídicos pela diminuição da motilidade gastrintestinal e da
velocidade de esvaziamento gástrico.
As tiazidas podem aumentar o risco de efeitos adversos causados pela
amantadina. As tiazidas podem reduzir a excreção renal de drogas
citotóxicas (por exemplo, ciclofosfamida, metotrexato) e potencializar
seus efeitos mielossupressivos.
Reações adversas
A incidência total de eventos adversos relatados com MICARDIS HCT foi
comparável à observada com telmisartana isolada em estudos
controlados randomizados envolvendo 1471 pacientes que receberam
telmisartana mais hidroclorotiazida (835) ou telmisartana isolada (636).
Não houve relação entre a dose e os efeitos indesejáveis e não houve
correlação com sexo, idade ou raça dos pacientes.
As reações adversas relatadas nos estudos clínicos realizados com
telmisartana mais hidroclorotiazida são demonstradas a seguir conforme
a classe do sistema orgânico. Incluíram-se também as reações adversas
não observadas em estudos clínicos com telmisartana mais
hidroclorotiazida, mas esperadas durante o tratamento com MICARDIS
HCT com base na experiência em monoterapia de telmisartana ou
hidroclorotiazida, as quais foram separadas e detalhadas abaixo:
Investigações: aumento na creatinina, aumento das enzimas hepáticas,
aumento dos níveis plasmáticos de creatina fosfoquinase, aumento do
ácido úrico.
Alterações cardíacas: arritmias cardíacas, taquicardia.
Distúrbios do sistema nervoso: síncope/desmaio,
tontura, parestesia,
distúrbios do sono, insônia.
Distúrbios visuais: visão alterada, visão borrada temporariamente.
Alterações no ouvido e no labirinto: vertigem.
Distúrbios respiratórios: dispnéia, sofrimento respiratório (incluindo
pneumonite e edema pulmonar).
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Distúrbios gastrintestinais: diarréia, boca seca, flatulência, dor
abdominal, constipação, dispepsia, vômito, gastrite.
Alterações hepato-biliares: função hepática anormal/ distúrbio hepático.
Alterações nos tecidos cutâneos e subcutâneos: edema angioneurótico,
eritema, prurido, erupções cutâneas, aumento do suor, urticária.
Alterações músculo-esqueléticas, ósseas e no tecido conectivo: dor nas
costas, espasmo muscular, mialgia, artralgia, dor nas pernas, cãibras nas
pernas.
Distúrbios metabólicos e nutricionais: hipopotassemia, hiponatremia,
hiperuricemia.
Infecções: bronquite, faringite, sinusite.
Alterações vasculares: hipotensão (incluindo hipotensão ortostática).
Distúrbios gerais: dor no peito, sintomas de gripe, dor.
Alterações no sistema reprodutivo: impotência.
Distúrbios psiquiátricos: ansiedade, depressão.
Telmisartana: Outros efeitos adversos relatados em estudos clínicos com
telmisartana em monoterapia na hipertensão estão descritos a seguir:
Infecções: infecções do trato respiratório superior, infecções do trato
urinário (incluindo cistite).
Distúrbios do sistema hematológico e linfático: anemia, eosinofilia,
trombocitopenia.
Distúrbios metabólicos e nutricionais: hiperpotassemia.
Alterações cardíacas: bradicardia.
Distúrbios gastrintestinais: desconforto estomacal.
Alterações nos tecidos cutâneos e subcutâneos: eczema.
Alterações músculo-esqueléticas, ósseas e no tecido conectivo: artrose,
sintomas de tendinite, fraqueza.
Distúrbios renais e urinários: disfunção renal incluindo insuficiência renal
aguda (ver também item Precauções).
Distúrbios gerais: perda da eficácia.
Investigações; diminuição da hemoglobina.
Hidroclorotiazida: Outros efeitos adversos relatados em est udos clínicos
com a hidroclorotiazida em monoterapia na hipertensão estão descritos a
seguir:
Infecções: sialadenite.
Distúrbios do sistema hematológico e linfático: anemia aplástica, anemia
hemolítica, depressão da medula óssea, leucopenia, neutropenia/
agranulocitose, trombocitopenia.
Distúrbios do sistema imunológico: reações anafiláticas, alergia.
Micardis HCT
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Distúrbios endócrinos: perda do controle do diabete.
Distúrbios metabólicos e nutricionais: causa ou aumento da depleção de
volume, desequilíbrio eletrolítico, anorexia, perda de apetite,
hiperglicemia, hipercolesterolemia.
Distúrbios psiquiátricos: inquietação.
Distúrbios do sistema nervoso: escotomas.
Distúrbios visuais: xantopsia.
Alterações vasculares: angeíte necrotizante (vasculite).
Distúrbios gastrintestinais: pancreatite, desconforto gástrico.
Alterações hepato-biliares: icterícia (icterícia hepatocelular ou
colestática).
Alterações nos tecidos cutâneos e subcutâneos: necrólise epidérmica
tóxica, reações cut âneas do tipo Lupus Eritematoso, vasculite cutânea,
reações de fotossensibilidade, erupções cutâneas, reativação do Lupus
Eritematoso Cutâneo.
Alterações músculo-esqueléticas, ósseas e no tecido conectivo: fraqueza.
Distúrbios renais e urinários: nefrite intersticial, disfunção renal,
glicosúria.
Distúrbios gerais: febre.
Investigações: aumento dos triglicérides.
Posologia
MICARDIS HCT deve ser administrado uma vez ao dia. A dose de MICARDIS
pode ser aumentada gradativamente antes de substituí-lo pelo MICARDIS
HCT. A substituição direta da monoterapia pelas combinações fixas pode ser
considerada.
MICARDIS HCT 40 mg/12,5 mg pode ser administrado em pacientes cujas
pressões sangüíneas não sejam adequadamente controladas por
MICARDIS 40 mg ou hidroclorotiazida.
MICARDIS HCT 80 mg/12,5 mg pode ser administrado em pacientes cujas
pressões arteriais não sejam adequadamente controladas por MICARDIS
80 mg ou por MICARDIS HCT 40/12,5 mg.
O máximo efeito anti-hipertensivo é geralmente obtido após 4 a 8 semanas de
tratamento.
Quando necessário, MICARDIS HCT pode ser administrado com outra droga
anti-hipertensiva.
MICARDIS HCT pode ser adminis trado com ou sem alimento.
Insuficiência renal
Devido ao componente hidroclorotiazida, MICARDIS HCT não deve ser usado
em pacientes com disfunção renal grave (depuração de creatinina <30 ml/min).
Micardis HCT
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É preferível utilizar diuréticos de alça em vez de tiazidas nessa populaç ão.
Embora a experiência com pacientes portadores de insuficiência renal leve a
moderada seja limitada, ela não sugere a ocorrência de efeitos adversos renais
e os ajustes de dose não são considerados necessários. Recomenda-se
monitoração periódica da função renal.
Insuficiência hepática
Nos pacientes portadores de insuficiência hepática leve a moderada, não se
deve exceder a dose de MICARDIS HCT 40 mg/12,5 mg uma vez ao dia.
MICARDIS HCT não é indicado em pacientes com insuficiência hepática grave.
Deve-se ter cautela ao utilizar tiazidas em pacientes portadores de insuficiência
hepática.
Pacientes idosos
Não são necessários ajustes de doses.
Crianças e adolescentes
Ainda não se estabeleceram a segurança e a eficácia de MICARDIS HCT em
crianças e adolescentes de até 18 anos.
Superdosagem
As informações disponíveis referentes à superdosagem com MICARDIS HCT
em humanos são limitadas.
As manifestações mais proeminentes da
superdose de telmisartana foram hipotensão e taquicardia, ocorrendo também
bradicardia.
A superdose com hidroclorotiazida está associada com depleção eletrolítica
(hipopotassemia, hipocloremia) e desidratação resultante de diurese excessiva.
Os sinais mais comuns e sintomas de superdose são náuseas e sonolência.
Hipopotassemia pode resultar em es pasmos musculares e/ou arritmias
cardíacas acentuadas associadas ao uso concomitante de glicosídeos
digitálicos ou certas drogas antiarrítmicas.
Não há Informações específicas disponíveis sobre o tratamento de superdose
de MICARDIS HCT. O paciente deve ser cuidadosamente monitorado e o
tratamento deve ser sintomático e de manutenção, dependendo de quando
ocorreu a ingestão e da gravidade dos sintomas. Eletrólitos séricos e creatinina
devem ser monitorados freqüentemente. Se ocorrer hipotensão, o paciente
deve ser colocado deitado de costas e receber reposições de sal e líquido
rapidamente.
A telmisartana não é removida por hemodiálise. O grau de remoção de
hidroclorotiazida por hemodiálise ainda não foi estabelecido.
Pacientes idosos
Micardis HCT
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Não existem restrições ou precauções es peciais para o uso do produto em
pacientes com idade acima de 65 anos, desde que sigam corretamente as
precauções e a orientação médica.
ATENÇÃO: Este produto é um novo medicamento e, embora as pesquisas
realizadas tenham indicado eficácia e segurança quando corretamente
indicado, podem ocorrer reações adversas imprevisíveis ainda não descritas ou
conhecidas. Em caso de suspeita de reação adversa, o médico responsável
deve ser notificado.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
N° do lote, data de fabricação e prazo de validade: vide cartucho.
Para sua segurança, mantenha esta embalagem até o uso total do
medicamento.
MS-1.0367.0134
Resp. Técn.: Farm. Laura M. S. Ramos
CRF-SP n° 6870
Fabricado por:
Boehringer Ingelheim Pharma GmbH & Co KG
Ingelheim am Rhein
Alemanha
Importado e embalado por:
Boehringer Ingelheim do Brasil Química e Farmacêutica Ltda.
Rodovia Regis Bittencourt (BR 116), km 286
Itapecerica da Serra – SP
SAC 0800 701 6633
CNPJ/MF nº 60.831.658/0021-10
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C08-01