medicine

Hidantal

Laboratório: Sanofi-Aventis

Princípio ativo: Fenitoína Sódica

Tipo: Solução injetável

Bula

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MODELO DE BULA
HIDANTAL®
fenitoína sódica
SANOFI-AVENTIS FARMACÊUTICA LTDA.
Esta bula é continuamente atualizada. Favor proceder a sua leitura antes de utilizar o
medicamento.
FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO
Solução Injetável.
Caixas com 3 ou 50 ampolas de 5 mL.
USO ADULTO E PEDIÁTRICO
COMPOSIÇÃO
Cada mL contém:
fenitoína sódica .......................... 50 mg
veículo q.s.p.................................. 1 mL
(álcool etílico desidratado para injetáveis, propilenoglicol, hidróxido de sódio e água para
injetáveis).
INFORMAÇÃO AO PACIENTE
Ação esperada do medicamento: HIDANTAL® (fenitoína sódica) é um medicamento à base de
fenitoína sódica, utilizado em pacientes portadores de crises convulsivas generalizadas e todas
as formas de crises parciais epilépticas.
Cuidados de armazenamento: este medicamento dever ser mantido em temperatura ambiente
(entre 15°C e 30°C).
Prazo de validade: vide cartucho. Ao adquirir o medicamento confira sempre o prazo de
validade impresso na embalagem externa do produto. NUNCA USE MEDICAMENTO COM O
PRAZO DE VALIDADE VENCIDO, PODE SER PREJUDICIAL À SAÚDE.
Gravidez e Lactação: informe seu médico a ocorrência de gravidez durante o tratamento ou
após o seu término ou se está amamentando.
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Cuidados de administração: siga corretamente as instruções do seu médico respeitando
sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Interrupção do tratamento: não interromper ou modificar o tratamento sem o conhecimento do
seu médico.
Reações adversas: informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como:
vertigem, prurido, formigamento, cefaléia, sonolência, ataxia, bem como quaisquer outros sinais
ou sintomas.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Ingestão concomitante com outras substâncias: o médico deve ter conhecimento da
medicação que o paciente está tomando. Para maiores informações, consulte o item
Informações Técnicas – Interações Medicamentosas.
Contra-indicações e precauções: HIDANTAL® (fenitoína sódica) é contra-indicado a pacientes
que tenham apresentado reações intensas ao medicamento ou a outras hidantoínas. Informe seu
médico sobre qualquer medicação que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO
PARA SUA SAÚDE.
INFORMAÇÃO TÉCNICA
A fenitoína é um medicamento antiepiléptico. O principal local de ação parece ser o córtex motor,
onde a extensão da atividade das crises é inibida. Possivelmente pela estimulação da saída de
sódio dos neurônios, a fenitoína tende a estabilizar o limiar contra a hiperexcitabilidade causada
pela estimulação excessiva ou alterações ambientais capazes de reduzir o gradiente da
membrana sódica. Isto inclui a redução de potenciação pós-tetânica na sinapse. A perda da
potenciação pós-tetânica previne os “focus” das crises corticais pela detonação das áreas
corticais adjacentes. A fenitoína reduz a atividade máxima dos centros tronco-cerebrais
responsáveis pela fase tônica das crises tônico-clônicas (crises de grande mal).
INDICAÇÕES
Crises convulsivas epilépticas e parciais. Crises convulsivas por traumatismo crânio-encefálico,
secundárias e neurocirurgia. Tratamento das crises convulsivas. Desde sua introdução até o
momento, numerosos aspectos de sua atividade terapêutica e tolerância pelo organismo têm
sido estudados. Em decorrência disso, estabeleceram-se normas para sua administração,
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vigilância do aparecimento de efeitos secundários e indicações em algumas afecções não
relacionadas com a epilepsia.
CONTRA-INDICAÇÕES
Indivíduos que tenham apresentado reações intensas ao medicamento ou a outras
hidantoínas. Pacientes que apresentam síndrome de Adam-Stokes, bloqueio A-V de 2º e 3º
graus, bloqueio sino-atrial e bradicardia sinusal.
PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS
A fenitoína deve ser administrada com cautela em casos de discrasias sangüíneas,
doença cardiovascular, diabetes mellitus, funções hepática, renal ou tireoideana
prejudicadas.
Drogas antiepilépticas não devem ser abruptamente descontinuadas, devido ao possível
aumento na freqüência de crises, incluindo status epilepticus. Quando a critério médico
houver necessidade de redução da dose, descontinuação ou substituição por uma terapia
alternativa, esta deve ser feita gradualmente. Entretanto, no evento de reação alérgica ou
reação de hipersensibilidade, uma rápida substituição para uma terapia alternativa pode
ser necessária. Neste caso, a terapia alternativa deve ser uma droga antiepiléptica não
pertencente à classe das hidantoínas.
Pode ocorrer hipotensão, especialmente após a administração intravenosa de fenitoína
em doses elevadas e altas velocidades de administração. Após a administração de
fenitoína, reações cardiovasculares graves e fatalidades foram relatadas com depressão
na condução atrial e ventricular e fibrilação ventricular. Complicações graves são
principalmente relatadas em idosos e pacientes gravemente debilitados. Portanto, é
necessário ter cuidadosa monitoração durante a administração de grandes quantidades
de HIDANTAL® (fenitoína sódica) pela via intravenosa, podendo ser necessária a redução
na velocidade de administração ou interrupção da administração.
HIDANTAL® (fenitoína sódica) deve ser utilizado com cautela em pacientes com
hipotensão e insuficiência miocárdica grave.
HIDANTAL® (fenitoína sódica) deve ser descontinuado se ocorrer o aparecimento de rash
cutâneo. Se o rash for esfoliativo, purpúrico ou bolhoso, ou se houver suspeita de lupus
eritematoso, síndrome de Stevens-Johnson, ou necrólise epidérmica, o uso deste
medicamento não deve ser retomado e terapia alternativa deve ser considerada. Se o rash
for do tipo moderado (sarampo escarlatiniforme), a terapia pode ser retomada após o rash
ter desaparecido completamente. Caso o rash reapareça ao reiniciar o tratamento,
HIDANTAL® (fenitoína sódica) ou outra fenitoína estão contra-indicados.
Foram relatados com o uso de fenitoína casos de hepatotoxicidade aguda, incluindo
casos infreqüentes de insuficiência hepática aguda. Estes incidentes foram associados
com uma síndrome de hipersensibilidade caracterizada por febre, erupções cutâneas e
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linfadenopatia, e normalmente ocorrem dentro dos 2 primeiros meses de tratamento.
Outras manifestações comuns incluem icterícia, hepatomegalia, níveis elevados de
transaminase sérica, leucocitose e eosinofilia. O percurso clínico de hepatotoxicidade
aguda de fenitoína varia de recuperação imediata à conseqüência fatal. Nestes pacientes
com hepatotoxicidade aguda, HIDANTAL® (fenitoína sódica) deve ser imediatamente
descontinuado e não deve ser administrado novamente.
Complicações hematopoiéticas, algumas fatais, foram ocasionalmente relatadas como
associadas à administração de fenitoína. Estas incluíram trombocitopenia, leucopenia,
granulocitopenia, agranulocitose e pancitopenia com ou sem supressão da medula óssea.
Houve um número de relatos que indicou a existência de uma relação entre a
administração de fenitoína e o desenvolvimento de linfadenopatia (local ou generalizada),
incluindo hiperplasia de nódulo linfático benigno, pseudolinfoma, linfoma e doença de
Hodgkin. Embora não se tenha estabelecido uma relação causa-efeito, a ocorrência de
linfadenopatia indica a necessidade em diferenciá-la de outros tipos de patologia de
nódulo linfático. O comprometimento dos nódulos linfáticos pode ocorrer com ou sem
sintomas e sinais semelhantes às patologias sangüíneas, como: febre, rash e
comprometimento hepático.
Deve ocorrer acompanhamento médico por período prolongado em todos os casos de
linfadenopatia e todo esforço deve ser empregado para se alcançar o controle das crises
utilizando-se drogas antiepilépticas alternativas.
A ingestão aguda de álcool pode aumentar as concentrações plasmáticas de fenitoína,
enquanto que o seu uso crônico pode diminuí-las.
HIDANTAL® (fenitoína sódica) não está indicado para o tratamento de crises de ausência.
Uma pequena porcentagem de indivíduos que foram tratados com fenitoína apresentou
lenta metabolização do medicamento. O lento metabolismo pode ser justificado pela
disponibilidade enzimática limitada e falta de indução o que parece ser geneticamente
determinado. Adicionalmente, deve-se ter cautela ao utilizar medicamentos com
estruturas similares (ex. barbitúricos, succinimidas, oxazolidinedionas e outros
componentes relacionados) nestes mesmos pacientes.
A fenitoína não foi freqüentemente associada à exacerbação da porfiria. Deve-se ter
cautela quando HIDANTAL® (fenitoína sódica) for utilizado em pacientes com esta
doença.
Relatou-se hiperglicemia resultante de efeito inibitório da fenitoína na liberação de
insulina. A fenitoína pode também aumentar as concentrações plasmáticas de glicose em
pacientes diabéticos.
As concentrações plasmáticas de fenitoína especificadas acima podem produzir estado
confusional como delírio, psicose ou encefalopatia, ou raramente, disfunção cerebelar
irreversível. A redução da dose de HIDANTAL® (fenitoína sódica) está indicada se a
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concentração de fenitoína for excessiva; caso os sintomas persistam, a administração de
HIDANTAL® (fenitoína sódica) deve ser descontinuada.
O fígado é o principal órgão de biotransformação da fenitoína; pacientes com
insuficiência hepática, idosos, ou aqueles que estão gravemente doentes podem
demonstram sinais precoces de toxicidade.
A fenitoína e outras hidantoínas não estão indicadas para crises, devido a processos
hipoglicêmicos ou a outras causas metabólicas. Procedimentos adequados de
diagnóstico devem ser realizados nestes casos.
Uso na gravidez e lactação: um número de relatos indica uma associação entre o uso de
drogas antiepilépticas por mulheres epilépticas e uma maior incidência de efeitos
teratogênicos em crianças nascidas destas mulheres. Os relatos indicam que uma maior
incidência dos efeitos teratogênicos nas crianças de mulheres tratadas com
medicamentos epilépticos não podem ser considerados como adequados para provar
uma relação causa-efeito definitiva. O médico deve aconselhar as mulheres epilépticas
durante a gravidez e avaliar a relação risco/ benefício.
A grande maioria das mulheres epilépticas tratadas com medicamento antiepiléptico gera
fetos normais. Deve-se estar atento ao fato de que o tratamento antiepiléptico não deve
ser interrompido em pacientes nas quais o medicamento previne a ocorrência de crises
epilépticas maiores, devido à alta possibilidade de precipitação do estado epiléptico
acompanhado de hipoxia e ameaça à vida. Em casos particulares nos quais a gravidade e
freqüência das crises são tais que a retirada do medicamento não representa ameaça
séria ao paciente, deve-se considerar a interrupção do tratamento antes ou durante a
gravidez, embora não exista segurança que mesmo crises epilépticas menores não
representem algum perigo ao desenvolvimento fetal.
Ocorre aumento na freqüência das crises epilépticas durante a gravidez em uma grande
proporção de pacientes, devido a alteração na absorção ou metabolismo de fenitoína.
Deve-se realizar monitoração freqüente dos níveis plasmáticos de fenitoína em mulheres
grávidas utilizando-se a mesma como guia para um ajuste posológico adequado.
Contudo, após o parto, provavelmente será indicado o retorno à posologia original.
Relatou-se a deficiência da coagulação neonatal nas primeiras 24 horas após o parto em
crianças nascidas de mães em tratamento com fenobarbital e/ou fenitoína. A Vitamina K
tem mostrado prevenir ou corrigir esta deficiência, sendo recomendada a sua
administração à mãe antes do parto, e ao recém-nascido após o parto.
A lactação não é recomendada a lactantes que estejam utilizando esse medicamento, pois
a fenitoína parece ser secretada em pequenas concentrações no leite materno.
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INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Etanol: Existe evidência de que o etanol induz a produção de enzimas microssômicas hepáticas
resultando em metabolismo realçado da fenitoína. Os pacientes epilépticos que ingerem muito
álcool devem ser rigorosamente observados quanto ao decréscimo dos efeitos
anticonvulsivantes.
Barbituratos: Pacientes mantidos com fenitoína e um barbiturato devem ser observados quanto
a sinais de intoxicação com fenitoína se o barbiturato for retirado. O fenobarbital pode reduzir a
absorção oral da fenitoína.
Cloranfenicol: Pacientes recebendo simultaneamente fenitoína e cloranfenicol devem ser
rigorosamente observados quanto a sinais de intoxicação com fenitoína. A dose anticonvulsiva
deve ser reduzida, se necessário. A possibilidade de se usar um antibiótico alternativo deve ser
considerada. O cloranfenicol diminui o metabolismo da fenitoína.
Corticosteróides: Se necessário o uso de corticosteróides em pacientes recebendo
anticonvulsivantes, deve-se estar alerta para o caso de uma resposta terapêutica inadequada ao
corticosteróide.
Dissulfiram: Esta droga inibe o metabolismo hepático da fenitoína. Os níveis sangüíneos de
fenitoína são aumentados e a excreção urinária diminuída dentro das quatro horas da
administração da primeira dose de dissulfiram. Os pacientes que recebem as duas drogas
devem ser monitorados. A redução da dose de fenitoína pode ser necessária em alguns
pacientes.
Isoniazida: Pacientes recebendo ambas as drogas devem ser rigorosamente observados quanto
a sinais de toxicidade pela fenitoína. A quantidade da dose anticonvulsivante deve ser reduzida,
se necessário.
Fenilbutazona: Esta droga e um de seus metabólitos competem com a fenitoína no
metabolismo hepático. Além disso, estudos “in vitro” demonstraram que a fenilbutazona pode
deslocar a fenitoína da fixação às proteínas plasmáticas.
Pacientes recebendo ambas as drogas devem ser observados quanto a sinais de intoxicação
pela fenitoína.
Salicilatos: Podem deslocar a fenitoína por fixação da proteína plasmática, aumentando assim a
concentração da fenitoína livre (ativa) no plasma. Altas doses de salicilatos devem ser
administradas com cautela a pacientes em tratamento com fenitoína, especialmente se os
pacientes parecem propensos à intoxicação.
Sulfonamidas: Podem inibir o metabolismo da fenitoína e também deslocá-la por mecanismos
de fixação às proteínas plasmáticas.
Folatos: fenitoína tem potencial em diminuir os níveis plasmáticos de folato.
Hidróxido de alumínio: Administração simultânea da fenitoína com hidróxido de alumínio pode
acarretar a diminuição na concentração sérica da fenitoína.
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REAÇÕES ADVERSAS
Colapso cardiovascular e/ ou depressão do sistema nervoso central são os eventos
clínicos adversos mais importantes causados pela administração intravenosa de
HIDANTAL® (fenitoína sódica). Hipotensão pode ocorrer se a droga for administrada
rapidamente pela via intravenosa.
Os eventos adversos clínicos mais comumente observados com o uso de HIDANTAL®
(fenitoína sódica) em estudos clínicos foram: nistagmo, vertigem, prurido, parestesia,
cefaléia, sonolência e ataxia. Com duas exceções, estes eventos são comumente
associados à administração intravenosa da fenitoína. Parestesia e prurido, entretanto,
foram muito mais freqüentemente associados à administração de HIDANTAL® (fenitoína
sódica) e ocorreram mais freqüentemente com a administração intravenosa do que com a
administração intramuscular. Estas sensações, geralmente descritas como prurido,
queimaduras ou formigamento não foram normalmente observadas no local da infusão. O
local do desconforto variou, sendo a virilha mencionada mais freqüentemente como o
local envolvido.
Parestesia e prurido foram eventos transitórios que ocorreram dentro de alguns minutos
após o início da infusão e que geralmente desapareceram 10 minutos após a infusão de
HIDANTAL® (fenitoína sódica). Alguns pacientes apresentaram sintomas durante horas.
Estes eventos não aumentaram em gravidade com a administração repetida.
Eventos adversos ou alterações clínicas laboratoriais concomitantes sugerindo processo
alérgico não foram observados.
A incidência dos eventos adversos tendem a aumentar tanto em função do aumento da
dose quanto do aumento da velocidade de infusão.
POSOLOGIA
O efeito da droga depende do estabelecimento de um teor sangüíneo de no mínimo 10 a 15
microgramas por mililitro.
Por isso o estabelecimento das doses requer, algumas vezes, ajuste individual. Em geral, esses
níveis eficazes são obtidos em crianças com doses proporcionalmente maiores do que nos
adultos. Assim, em pacientes com peso corpóreo abaixo de 30 quilos podem ser necessárias
doses diárias oscilando entre 10 e 15 miligramas por quilo de peso. Já em pacientes com mais
de 30 quilogramas podem ser necessárias doses menores da ordem de 5 a 10 mg/kg.
Com esse esquema posológico, quando é necessário efeito imediato, como nos controles de
uma crise aguda, no estado de mal epiléptico, nas crises de arritmias, recomenda-se a forma
injetável, preferentemente pela via intravenosa. A interrupção do tratamento deve ser feita de
forma gradual.
Em geral, as doses habituais de HIDANTAL® (fenitoína sódica) injetável são as seguintes:
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HIDANTAL® INJETÁVEL
Para controle de estados agudos.
ADULTOS: via intramuscular ou preferencialmente intravenosa, ½ a 2 ampolas no prazo de 1
hora. Nunca exceder 250 mg no prazo de 15 minutos, nem mais de 1,0 g em 24 horas.
As aplicações intravenosas devem ter intervalos de, pelo menos, 15 minutos. É de grande
importância que a administração seja feita lentamente.
Não é recomendada a adição da solução injetável de HIDANTAL® (fenitoína sódica) à soluções
para infusão intravenosa devido à sua baixa solubilidade e à conseqüente precipitação.
Porém, alguns médicos sugerem que a infusão intravenosa seja razoável em diluição adequada
compatível com a solução de infusão por curtos períodos utilizando filtro em linha.
Estes médicos atestam que a infusão de HIDANTAL® (fenitoína sódica) possa evitar alguns
efeitos adversos relacionados à aplicação intravenosa direta.
CRIANÇAS: quando for necessário usar a forma injetável, a dose a ser injetada de cada vez
deve ser calculada à base de 2,0 a 2,5 mg/kg de peso, repetida nunca antes de 15 minutos, e
não excedendo em 24 horas o teor de 15 mg/kg de peso.
Pacientes idosos ou com função hepática prejudicada podem requerer doses menores.
SUPERDOSAGEM
A dose letal média, em adultos é estimada em 2 a 5 g. Em crianças, ainda é desconhecida.
Os sintomas cardiais iniciais são: nistagmo, ataxia e disartria.
O paciente torna-se comatoso com pupilas não responsivas e ocorre uma hipotensão.
Outros sinais são: tremores, hiperreflexia, letargia, fala arrastada, náuseas, vômitos. A morte é
devida à depressão respiratória e apnéia.
O tratamento é inespecífico desde que não há um antídoto conhecido.
O funcionamento adequado dos sistemas respiratório e circulatório deve ser monitorizado e, se
necessário, deverão ser instituídas medidas suportivas adequadas.
Se o reflexo de vômito estiver ausente, as vias aéreas devem ser mantidas desobstruídas. Pode
ser necessário o uso de oxigênio, vasopressores e ventilação assistida para depressões do
SNC, respiratória e cardiovascular.
Finalmente, pode-se considerar o uso da hemodiálise desde que a fenitoína não é
completamente ligada às proteínas plasmáticas.
Transfusões sangüíneas totais têm sido utilizadas no tratamento de intoxicações severas em
crianças.
IDOSOS
O “clearance” da fenitoína tende a diminuir com o aumento da idade. Portanto, pacientes idosos
podem requerer doses menores.
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VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
SÓ PODE SER VENDIDO SOB RETENÇÃO DE RECEITA.
M.S.1.1300.0233
Farm. Resp.: Antonia A Oliveira
CRF-SP Nº 5.854
Fabricado por:
Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.
Rua Conde Domingos Papais, 413
Suzano - São Paulo
Cep 08613-010
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www.sanofi-aventis.com.br
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